Porque a ciência das cores – Elas dizem muito do que somos?

O fato é que as cores são fundamentais porque compõem uma harmonia, seja através das roupas que vestimos, os móveis de nossa casa e até a cor dela.

E cada cor expressa algum aspecto sobre a nossa vida, e as cores em determinas situações são utilizada como fins terapêuticos. A cromoterapia é a ciência que estuda as cores. Neste sentido, a escolha delas é indicada para pacientes que pretendem aliviar sintomas, causas emocionais ou físicas.

 

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Quando se fala em cor um dos assuntos mais procurados é sobre a simbologia das cores e sobre sua influência psicológica.


A psicologia das cores é um estudo que contribui para que possamos interpretar como as cores afetam emoções e aguçam os sentidos de quem as percebe.


Consequentemente, é importante aprender a usar o significado de tal elemento favoravelmente para a transmissão de informações.

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Harmonia das cores


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Cores harmoniosas são aquelas que funcionam bem em conjunto ou justapostas, produzindo um esquema de cores atraente.

O círculo cromático ou círculo de cores pode ser utilizado de forma a ajudar na escolha das cores e combinações harmônicas. Para trabalhar bem as harmonias é aconselhável conhecer alguns termos relacionados com a teoria das cores.

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A teoria das cores no Design de Interiores


Branco

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O branco reflete paz, pureza, calma, inocência e dignidade. É uma cor suave, e tem o poder de tornar um ambiente pequeno visualmente maior. Por ser composto por todas as cores o branco reflete a luz, e é uma alternativa excelente para ambientes com pouca luminosidade.

Preto

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Essa cor, se utilizada de forma coerente, é ideal para compor ambientes nobres, luxuosos e clássicos. A cor preta pode até tornar-se alegre e expressiva, e quando combinada corretamente com outras cores pode até realçá-las. Não há muito tempo que os Designers “descobriram” que a cor preta responde muito bem aos ambientes de trabalho, comerciais e até mesmo residenciais, quando modernos e sofisticados. Não é à toa que o preto em Design de Interiores remete a poder, responsabilidade e imponência.

Cinza

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Por ser uma cor neutra, o cinza quando usado sozinho remete a tristeza, angústia e desânimo. Porém, o cinza possui o poder de realçar com perfeição as outras cores. Responde muito bem quando combinado com cores fortes e vibrantes, como o roxo, o verde e o amarelo limão. Essas combinações e tantas outras harmonias com o cinza remetem a sabedoria, requinte e sensatez.

Vermelho

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O vermelho é uma das cores mais ecléticas e vibrantes em harmonia de interiores. Força, vitalidade, sensualidade, paixão e calor são o que o vermelho representa. Em móveis e objetos, o vermelho possui o poder de realçar formas, e isso se deve ao fato de ser uma cor com muita força e peso visual.

Em ambientes residenciais o vermelho também faz sucesso. Usado nos quartos certamente vai torná-los mais estimulantes. Em salas, pode ser combinado com outros tons neutros, como os brancos, bege e cinzas. Mas tome muito cuidado com a escola do tons de vermelhos, por que tem ambientes que dependendo da tonalidade do vermelho, fica um ambiente super agitado.

Laranja

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Quase tão vibrante quanto o vermelho, os tons laranja exalam prazer, êxtase, luminosidade, e lembram o próprio flamejar do fogo. Representa o calor, luz, festa e euforia. Por esse motivo é uma cor excelente para ambientes comerciais, tais como lojas despojadas, lanchonetes e restaurantes.

O laranja promove a criatividade, conforto, alegria e expressividade. Comunicação, movimento e iniciativa geralmente são elementos dessa cor, posto que o laranja energiza o corpo e ajuda nos processos de assimilação e distribuição. Por promover toda essa energia, o laranja não é adequado para pessoas facilmente irritáveis ou estressadas.

Amarelo

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Associada à própria luz solar, o amarelo representa a energia, alegria, verão, é a cor da luz, a cor mais luminosa do circulo cromático. Assim como o vermelho, o amarelo possui a capacidade de realçar as formas de objetos e móveis em um ambiente, devido à sua grande capacidade de expansão.

O uso dessa cor em halls, corredores e lugares com pouca iluminação é interessante, pois além de iluminar, o amarelo também propicia a sensação de expansão do espaço. Essa cor é associada ao intelecto, às ideias e à inquirição mental, e não é a toa que muitos adotam o amarelo para “fazer as vezes” em seu escritório particular. Apesar de vibrante, o amarelo é capaz de transmitir sensações variadas de bem-estar, esperança e o sentimento de que tudo correrá bem. Outras sensações obtidas pelo amarelo estão relacionadas ao brilho, jovialidade e alegria.

Verde

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O verde é uma cor muito bem-vinda a ambientes e regiões quentes. Essa cor reflete frescor, calma, serenidade, estabilidade, saúde e bem estar. Com facilidade os ambientes em tons verdes promovem o equilíbrio mental, a harmonia, e sensação de repouso e relaxamento. Essa cor atenua as emoções, facilita o raciocínio correto e amplia a consciência e compreensão. O verde é a própria imagem da segurança, proteção e aconchego que muitos almejam criar em um ambiente.

Azul

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O azul remete ao frio, ao mar, ao céu, e produz sentimentos como a paz, a serenidade e harmonia. Assim como o verde, o azul transmite frescor e serenidade, porém com um dinamismo maior que o verde. O azul transmite confiança, respeito, tranquilidade e sofisticação e por fazer parte do espectro frio, por sua quietude e confiança, promove a devoção e a fé. O azul é uma cor popular associada ao dever, à beleza e à habilidade.

Roxo / Violeta
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Tonalidades roxas, violetas e lilases são a figura clara de fantasia, mistério, espiritualidade, sonho, misticismo e ao mesmo tempo, delicadeza. Dependendo da tonalidade, pode criar também ambientes calmos e serenos. Dons artísticos, tolerância e consideração estão associados às cores, roxa e violeta.

Bege

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Os tons beges (ou pastéis) são o grande coringa dos projetos de Design de Interiores. Usado para equilibrar e também compor com maestria, os tons neutros como beges e crus sempre são bem-vindos em composições sóbrias e clássicas, e jamais saem de moda.

Uma grande vantagem dos tons neutros também é que dificilmente alguém irá “enjoar” de um projeto com esses tons. Beleza, nobreza, sofisticação e tradição são algumas sensações transmitidas por essa cor admirável.

Marrom
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Assim como as matizes beges, o marrom proporciona a sensação de que tudo é permanente, sólido e seguro. É a cor da estabilidade, principalmente quando usada nos móveis e adereços. A cor marrom também aceita combinações com cores opostas e contrastantes.

Rosa / Pink / Magenta

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Tons rosa, desde os mais claros aos mais intensos, jamais passam despercebidos em uma composição de design. Há muito tempo rotulada como uma cor estritamente feminina e delicada, os tons rosa, pink e magenta ganharam forças no mundo do design, graças a descobertas de novas combinações e usos. Independente do tom, os rosados expressam delicadeza, afetividade, calor e energia.

Rosas amarelados (conhecidos como “rosa antigo”) entram na categoria de tons pastéis, e figuram muito bem ao lado de tons escuros e pesados, como o azul marinho ou marrom café.

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Rosas derivados da simples mistura de branco com vermelho são clássicos na decoração de quartos de meninas. Se misturado a outras cores, como o verde cítrico, por exemplo, traz um ar de alegria e frescor, e ainda sai da linha do monótono e previsível.


 

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TENDÊNCIAS DE DECORAÇÃO E DESIGN

Inspire-se nas maiores tendências de decoração de interiores que lhe propomos de ar fresco à sua casa.

Azulejos Geométricos

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Os azulejos geométricos são uma das maiores tendências na decoração atualmente, pois adicionam instantaneamente um toque de cor e design a um espaço pequeno. Pode optar pelo clássico padrão quadriculado ou por um moderno padrão gráfico e combiná-lo com tons e materiais neutros, tais como mármore ou móveis brancos, o que irá dar uma estética simultaneamente requintada e criativa ao espaço.

Fios Escondidos

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De forma é essencial esconder os fios elétricos, que muitas vezes representam um empecilho não só físico como estético. Por forma a não tropeçar no emaranhado de fios que tão facilmente se formam com toda a tecnologia que nos rodeia constantemente, esconda-os e crie um ambiente não só mais confortável, como bonito.

Almofadas Estampadas

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As almofadas estampadas ajudam a dar um toque divertido à decoração. De certeza que estas vão ajudar a dar um ambiente mais interessante à divisão. Também pode misturar mais do que um padrão, assim como diferentes tecidos, para criar uma estética ainda mais interessante.

Espaços Otimizados em Casa

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Otimizar os espaços da sua habitação pode ser uma forma de tornar mais ampla uma divisão pequena ou de dar um toque de renovação à sua casa. É uma forma de organizar o espaço. Poupar espaço e a tornar invisível esse elemento menos estético.

Tons de Cinza

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O cinzento é o novo preto, pois substitui este enquanto neutro mais escuro, mas com outra suavidade. As paredes em tons escuros como o cinzento são bonitas e dão destaque especial ao ambiente. Além disso, esta cor pode ser combinada com quase tudo.

Essas foram algumas tendências 2017 de Decoração e Design.

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O mundo do Design de Interiores!

Olá Pessoal!

Tudo bem com vocês?

Hoje iremos falar sobre Design de interiores, muitos me pergunta, por que cursar Design de Interiores e por que quero tanto ser uma Designer?

Muita gente tem me perguntado sobre a área de Design de Interiores, como formação, cursos, mercado de trabalho, pré-requisitos, entre outras questões.

Bom mas antes de falar de mim, vamos conhecer primeiramente o que é Design de Interiores?

1. O que é exatamentecurso-design-interiores-1ponto-de-interrogacao-4
R: O termo “Design de Interiores” é relativamente novo no Brasil. Foi oficializado no final da década de 1990, quando o Ministério da Educação e Cultura (MEC) lançou os Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico – Área de Design, trabalho no qual tive a oportunidade de participar e colaborar na formatação das Bases Curriculares do curso Técnico, que hoje é adotada em todo o território nacional.
Até essa época a área era conhecida como “Decoração”, “Arquitetura de Interiores” ou simplesmente “Design”.
Até os anos 70, o mercado ainda era dominado por profissionais do sexo masculino, arquitetos, designers de móveis e autodidatas. Esse profissional possuía grande conhecimento sobre arte, estética, tecido, mobiliário, antiquário, revestimentos, distribuição de peças e obras de arte, cortinas, tapeçaria, aplicação de cor, entre outras atribuições. Porém, ele quase não fazia interferência na arquitetura dos ambientes, como troca de piso e bancadas, que eram atribuições exclusivas do arquiteto. Sua tarefa principal era decorar o ambiente obedecendo a arquitetura existente. Muitos arquitetos, porém, não se envolviam com decoração, por considerar uma tarefa menor do que a arte de projetar.
É uma das áreas que mais se desenvolveram nos últimos tempos e tem grande perspectiva de crescimento. Isso se deve a alguns fatores importantes: com a ascenção da classe média, a decoração se tornou mais acessível, na área residencial. As pessoas perceberam que contratar um profissional para desenvolver o projeto e acompanhar a decoração acaba saindo mais barato e com menos dor de cabeça. A área comercial, a exigência do público consumidor fez com que os empresários mudassem sua visão quanto aos valores agregados ao ponto comercial.

2. Qual a diferença entre Design e Designer?

R: Design é a área e designer é o profissional que atua na área. Portanto é errado falar “eu sou design de interiores” ou “eu trabalho com designer de interiores”.

3. O que faz um Designer de Interiores?

R: Esse profissional planeja e organiza os espaços, escolhendo e combinando os diversos elementos de um ambiente. Estabelece relações estéticas e funcionais, em relação ao que se pretende produzir, harmoniza em um determinado espaço, móveis, objetos e acessórios, como cortinas e tapetes, procurando conciliar conforto, praticidade e beleza. Escolhe as cores, materiais, acabamentos e iluminação, utilizando tudo de acordo com o ambiente e adequando o projeto às necessidades, ao gosto e à disponibilidade financeira do cliente. Além disso, administra o projeto de decoração, estabelece cronogramas, fixa prazos, define orçamentos e coordena o trabalho de pedreiros, marceneiros, gesseiros, pintores, eletricistas e outros profissionais. Pode projetar ambientes residenciais, comerciais ou espaços em locais públicos. Esse profissional costuma trabalhar como autônomo, montando seu próprio escritório, mas pode atuar também em escritórios de arquitetura, empresas especializadas em decoração e design de interiores ou, ainda, como consultor em lojas de móveis.

4. Quais as disciplinas necessárias para a formação do designer?

R: Existe um currículo básico de Competências e Habilidades exigido pelo MEC, para a formação do Designer de Interiores, sendo que cada escola deve usar pelo menos oitenta por cento desse currículo e completar os vinte por cento com conteúdos que achar conveniente.
Essas Competências e Habilidades se dividem em prática (projeto) e teoria, sendo que os principais conteúdos indispensáveis para a formação em Design de Interiores são:

– Desenho Livre
– Desenho Técnico
– Leitura e Interpretação de Projetos
– Desenho Arquitetônico
– Concepção de Projeto de Interiores
– Projeto Executivo
– Especificações
– Teoria da Cor
– Perspectiva Artística
– Perspectiva Isométrica
– História da Arte
– História do Mobiliário
– Teoria da Decoração
– Memorial Descritivo
– Metodologia de Pesquisa
– Revestimentos e Materiais
– Computação Gráfica
– Técnicas Ilustrativas
– Comunicação Visual
– Gestão de Projetos
– Projeto de Marcenaria
– Iluminação
– Instalações Prediais
– Normas (ABNT) e Restrições
– Projetos Comerciais
– Ecologia e Meio Ambiente

5. Quais os campos de atuação de um Designer de Interiores?

R: Depois de formado, esse profissional pode atuar no planejamento e desenvolvimento de projetos residenciais, lojas, hotéis, clínicas, estandes, prestar assessoria na escolha de móveis e objetos de arte, fazer editoriais sobre o assunto para a Internet, revistas, jornais, montar seu próprio escritório ou trabalhar em escritórios de arquitetura, lecionar em escolas, se especializar em fotografia de interiores, desenvolver maquetes eletrônicas, etc., dependendo da sua especialização.
Existem outras áreas que são mais específicas, como design de veículos, barcos, indústrias, entre outros.

6. Quanto ganha um profissional dessa área?

R: Como esse profissional ganha por projeto, é difícil estabelecer um ganho fixo mensal. Como em toda profissão, um profissional experiente e conceituado, que tem uma boa clientela, ganha razoavelmente bem, enquanto que um recém-formado precisa galgar um patamar mais confortável. Mas, trata-se de uma profissão em ascensão, tanto na área residencial quanto comercial. Por isso, as perspectivas são boas.

7. Quais opções de cursos existem no mercado?

R: Existem cursos de Nível Técnico, Tecnólogo e de Graduação completa, que visam a preparação do profissional para atuar no mercado de trabalho.

8. Qual é a diferença entre um curso técnico, tecnólogo e de graduação?

R: O curso de Nível Técnico tem no mínimo 800 horas, podendo demorar de 1 a 2 anos e tem o objetivo de preparar o aluno para o mercado de trabalho, de forma rápida e objetiva, capacitando-o ao exercício da profissão; o Tecnólogo é um curso de graduação escalonada, deve ter no mínimo 1.600 horas, dura em média 2 anos e tem como objetivos oferecer conhecimentos técnicos e científicos necessários para a formação de profissionais para atender campos específicos do mercado de trabalho. Basicamente, os mesmos objetivos do curso técnico, com a diferença de ter o dobro da carga horária e, consequentemente um custo mais elevado, se cursado numa boa faculdade. Além disso, muitas vezes, o aluno precisa estudar mais dois anos para se especializar. O aluno o, tem a possibilidade de avançar nos estudos, completar a Graduação e candidatar-se a cargos públicos e privados que exigem nível superior. Quanto ao curso de Graduação completa, este deve ter pelo menos 2.400 horas, duração média de 4 anos e é indispensável para formações mais completas, cuja carga horária do tecnólogo seria insuficiente para abordar todos os conteúdos necessários.

9. O que é melhor um curso de Nível Técnico, Tecnólogo ou Superior completo?

R: Uma boa escola técnica prepara o aluno de forma objetiva para o mercado de trabalho, em menos tempo e com um custo relativamente menor do que um curso tecnólogo ou de graduação numa faculdade de ponta.
Em geral, você não precisa frequentar as aulas todos os dias da semana e tem mais flexibilidade com os conteúdos.
É claro que ter um diploma de graduação é importante. Porém, uma boa faculdade sai caro e as que cobram muito barato, em geral, não tem credibilidade no mercado, pois esses cursos precisam de uma estrutura grande e bons professores, coordenação, etc., para preparar adequadamente o aluno. E isso tem custo. Além disso, você precisa fazer Vestibular, estudar todos os dias e o tempo para concluir o curso é, em média, de quatro anos.
É sabido que existe uma pressão da família, da sociedade e do próprio mercado de trabalho, para que você tenha um diploma de curso superior. Mas, às vezes, é melhor começar por um bom curso técnico do que fazer uma faculdade ruim, apenas para ter um diploma de graduação. Posteriormente, você pode completar os estudos (inclusive com aproveitamento de conteúdos), com graduação em Design de Interiores ou mesmo de Arquitetura.

10. Os cursos Técnicos são reconhecidos pelo MEC?

R: Não, o Ministério da Educação (MEC) não autoriza diretamente nenhum curso de Nível Técnico, mas somente cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado. Essa atribuição é das Secretarias Estaduais de Educação (SEEs), que são órgãos vinculados ao MEC.
Portanto se alguma escola técnica afirmar que o curso é reconhecido pelo MEC, desconfie.

11. Como devo escolher um curso?

R: Depois de definir quanto está disposto a gastar, quanto tempo quer esperar para entrar no mercado e como vai administrar sua agenda semanal, você deve realizar uma pesquisa profunda, primeiro na Internet depois pessoalmente, para saber qual a melhor opção. Fuja das escolas e faculdades que cobram muito barato e prometem muito sem comprovar nada. Visite as instituições mais sérias e conceituadas que oferecem cursos técnicos, tecnólogos e superiores; converse com alunos, leia sobre depoimentos dos alunos, procure saber quem são os coordenadores de curso; os professores, principalmente se eles atuam no mercado; veja o material didático da escola; o tempo que ela oferece este curso; quantos alunos por sala; sistema de atendimento; suporte fora do horário normal, etc. Peça para assistir uma aula experimental; veja a produção dos alunos; veja também se o curso é reconhecido por alguma associação da categoria e leia atentamente o contrato de prestação de serviços.

Enfim, toda essa “trabalheira” vai evitar dores de cabeças e decepções futuras.

13. O fato de não saber desenhar atrapalha o aprendizado?

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R: Não, isso não é um empecílho. Principalmente se a escola for especializada neste conteúdo e tiver professores capacitados para ensinar desenho. A grande maioria dos alunos que faz este curso na ABRA não possui nenhuma experiência anterior com desenho. E esse conteúdo é bastante importante para você adquirir noções espaciais, habilidade manual, trabalhar com uma parte do seu cérebro que não é muito utilizada, devidos aos problemas do cotidiano e aprender como representar graficamente seus projetos.

14. Dá para fazer o projeto no computador? Que softwares são usados?

R: Sim, hoje a grande maioria dos projetos é desenvolvida em programas de computador, como o AutoCad, Sketchup, Revit, Vector Works, Active 3D, 3D Max, etc. Inicialmente, você deve dominar bem o desenho em duas dimensões (2D), depois, partir para os softwares em 3D, para desenvolver as maquetes eletrônicas. Em qualquer caso, uma boa base de desenho livre e desenho técnico na prancheta são imprescindíveis.

15. É preciso ser bom em matemática para fazer este curso?

R: Não, mas é importante que você tenha um bom raciocínio lógico e consiga fazer as operações básicas, para lidar com medidas, escalas e especificações.

16. Existe o reconhecimento da profissão?

R: Sim, o fato de o próprio MEC ter desenvolvido as Bases Curriculares deste curso já é uma forma de reconhecimento. O Curso Técnico consta inclusive do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do MEC. No entanto, a profissão de Designer de Interiores ainda está em fase de aprovação no Senado brasileiro.

17. Qual é a autonomia do Designer de Interiores, com relação a reformas?

R: Justamente pelo fato de a profissão ainda não ser regulamentada, não há normas que determine qual é a autonomia desse profissional, com relação à arquitetura dos ambientes. É certo, entretanto, que ele não pode fazer alterações na parte estrutural da edificação. Para isso, é preciso o aval de um arquiteto ou engenheiro responsável. Ele pode, no entanto, efetuar troca de piso, revestimento, construir bancada, forro de gesso, iluminação, fazer alterações nas partes de hidráulicas e sanitárias, sempre com a contratação de profissionais especializados.

18. Depois de formado posso abrir meu próprio escritório?

R: Sim, para isso é preciso que, além de dominar bem o desenvolvimento de projetos, você deve aprimorar as questões administrativas e ser empreendedor.

19. Onde o designer que está começando consegue trabalho/ clientes?

R: Em muitos casos, se você faz uma boa escola e se destaca, é possível que já comece a ter seus contatos e realizar pequenos projetos antes mesmo de terminar o seu curso.
O mercado de Design de Interiores está em ascensão. Mas, como em toda profissão, é preciso batalhar, participar de concursos, divulgar em revistas especializadas, frequentar mostras de design, lojas e empresas, fazer contatos, ter um site bem apresentável e fazer uma trabalho impecável, com ética, transparência e profissionalismo, pois, o próximo cliente sempre depende do anterior.

20. Qual é a melhor idade para começar este curso?

R: Não existe idade limite para começar. Em geral, as escolas exigem idade mínima a partir de 16 anos, com o Ensino Médio em andamento ou concluído.

21. Quais são os pré-requisitos para fazer um curso técnico?

– Ensino Médio completo ou em curso.
– Documentos necessários para a matrícula:
– Requerimento de Matrícula (fornecido pela escola)
– Requerimento / Declaração de Aproveitamento de Estudos (fornecido pela escola)
– 02 Cópias do Histórico Escolar de Conclusão do Ensino Médio (Ensino Médio cursado em outros estados, trazer cópias autenticadas em cartório).
– Declaração de Escolaridade (se estiver cursando o Ensino Médio) – Original e Cópia do Histórico Escolar de Conclusão do Ensino Fundamental.
– Cópia do RG.
– Cópia do RNE (para estrangeiros).
– Cópia do CPF.
– Cópia da certidão de nascimento ou de casamento.
– Cópia do titulo de eleitor.
– 03 Fotos 3×4 (Atuais).
– Cópia do documento militar para o sexo masculino, entre 18 e 45 anos.
– Comprovante de Residência.
– Ensino Médio cursado em outro país, o interessado deverá procurar a Diretoria de Ensino e solicitar Equivalência de Estudos.

Se você se identifica com a área, não tenha medo e corra atrás do seu sonho.

Boa Sorte!

Então e isso pessoal, estou no 2 semestre da faculdade de Design de Interiores, e um curso apaixonante, onde você usa muito sua criatividade , depois que você faz Design de Interiores você descobre muitos erros na construção da sua casa. smile

No próximo  post irei falar sobre como e as aulas e materiais que uso na faculdade.

beijos

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